Análise epidemiológica da sífilis congênita no estado do Tocantins entre os anos de 2007 a 2021
Palavras-chave:
Epidemiologia, Sífilis Congênita, Prevenção, DiagnósticoResumo
A sífilis é uma doença infectocontagiosa cuja transmissão se dá por transfusão sanguínea, contato sexual ou transmissão vertical. É uma doença causada pela bactéria Treponema pallidum. Clinicamente, a sífilis congênita subdivide-se em sífilis precoce quando diagnosticada até o segundo dia de vida e tardia quando o diagnóstico se dá após tal período. Os pacientes portadores dessa patologia podem apresentar hepatomegalia, esplenomegalia, febre, lesões cutâneas e baixo peso ao nascer, surdez neurossensorial, dificuldade no aprendizado, entre outros. O tratamento da sífilis é baseado no uso de penicilina e a escolha da medicação depende de fatores como a realização do tratamento materno ou não. A forma de prevenção da sífilis congênita é a identificação precoce da patologia e o tratamento da mãe e do parceiro. Este estudo analisou o perfil epidemiológico dos casos confirmados de sífilis congênita entre os anos de 2007 e 2021, que evidenciou o maior número de diagnósticos no ano de 2018, na microrregião de Araguaína, com a faixa etária de até seis dias de vida. Assim, evidencia-se a necessidade de conscientização da população acerca da sífilis e suas formas de prevenção, intensificação no estímulo ao acompanhamento pré-natal.
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